Você tem ideia de quantos Tipos de Orquídeas existem???

Desde a era Vitoriana, a orquídea é um símbolo de elegância, requinte e luxo. Existem relatos históricos de crenças sobre as propriedades medicinais e místicas dessas flores. Os astecas, por exemplo, ingeriam misturas de orquídeas e chocolate em busca de vigor e poder. Já na China, elas eram consumidas como se fossem um remédio para combater doenças respiratórias.

    Existem 50 mil espécies de orquídeas no mundo, 3,500 delas somente no Brasil. Um número que tende a aumentar cada vez mais, pois muitos espécimes selvagens existentes em nossas florestas ainda esperam ser descobertos. Com formatos marcantes e exóticos, as flores encantam e apaixonam. Por isso, são uma excelente alternativa para presentear em ocasiões especiais e deixar a decoração da casa mais sofisticada. Vou citar vários tipos de orquídeas no artigo abaixo, vai rolando com tempo, tenho certeza que irá se espantar com a quantidade de tipos de orquídeas existentes.

Alguns Tipos de Orquídeas:

Orquídea Oncidium:

Orquídea OncidiumEste é mais um dos grandes gêneros, com aproximadamente 600 espécies distribuídas por toda a América tropical, desde o México até o norte da Argentina. No Brasil são aproximadamente 100 espécies. A grande maioria das espécies é epífita, ou seja, vivem fixadas nas árvores, mas também existem terrestres e rupícolas (vivem em pedras). Seu cultivo é comum em vasos de barro, sempre com excelente drenagem, ou em placas de peroba, sempre com água abundante durante todo o ano.

Oncidium e floração:

Os tons mais comuns são: amarelo, róseo, branco e castanho.

A durabilidade da floração varia de uma semana a 40 dias, dependendo da espécie de Oncidium. Quando a flor possui aroma, costuma ser bastante acentuado, como é o caso da Oncidium Sharry Baby, que quando está no auge da floração, exala cheiro de chocolate.

A época de floração varia de espécie para espécie. A Oncidium Retemeyerianum floresce o ano inteiro, pois as flores vão surgindo a partir das mais velhas que caem, ou seja, sempre há duas ou três flores abertas.

O cultivo da Oncidium:

É impossível ditar regras de cultivo que sirvam para todo Oncidium, pois existe uma variação muito grande devido ao grande número de espécies. De modo geral, o cultivo desta planta é extremamente fácil: precisam de boa circulação do ar, luminosidade de 50% e boa umidade do ar. É importante destacar que apreciam mais a umidade do ar elevada do que o substrato molhado.

Outra informação relevante é que se mantida em ambientes de pouca ventilação ou com plantas muito aglomeradas, tem grande facilidade de sere atacada por fungos e bactérias

Rega e substrato da Oncidium:

A rega da Oncidium deve ser feita ao entardecer, pois ela gosta de passar a noite úmida. As Oncidiums se adaptam bem a vários tipos de substratos, desde pedaços de casca de peroba branca, pequenos pedaços de canela-de-ema e até troncos de parreira. Nos casos de fixar em tutores vivos ou pedaços de árvores, é aconselhada a rega diária. No caso dos vasos, opte pelos de barro, o substrato mais indicado é a mistura do musgo esfagno (40%) + carvão (30%) + casca de pinus moída (30%). No caso desta mistura, a rega deve ser controlada, apenas molhar quando estiver quase seco, pois este musgo retém bastante umidade.

Também é possível cultivá-lo em pedra brita zero, bem lavada, mas, assim como nas placas e árvores, a rega deverá ser diária, pois a brita não conserva a umidade por muito tempo. Elas gostam bastante da boa umidade do ar. Para manter o ambiente mais úmido, basta molhar o chão próximo da sua planta.

Aquelas que foram fixadas em árvores, devem receber regas diárias, e as regas deverão ser intensificadas no período de crescimento.

Orquídea Denphal:

Orquídea Denphal

 

Entre tantas espécies de orquídeas a Denphal é que possui um porte altivo e mais elegante, pois sua floração normalmente ocorre no topo dos seus caules, mais conhecido como pseudobulbos. Nessa estrutura surgem hastes repletas de flores de várias cores como, por exemplo do branco ao vinho, passando por vários tons de lavanda, magenta, fúcsia e púrpura.

Essa espécie é derivada do Dendrobium bigibbum, a flor símbolo do estado de Queensland, na Austrália, mas atualmente conhecida em quase todo território nacional. Também tem sua marca registrado devido a sua grande capacidade em florescer ao longo de quase todo ano, no entanto a tendência maior de floração dessa espécie ocorre normalmente em tempos mais secos, podendo variar entre o outono e o inverno.

Além de sua alta capacidade floração ao longo do ano trata-se de uma espécie também altamente resistente e de fácil manejo, além disso, ainda produz flores de corte para formação de diversos tipos de buquês.

Normalmente a planta não ultrapassa os 30 cm, embora existam orquídeas dessa espécie que também possuem porte de tamanho grande, que podem chegar até mesmo de 1 a 1,5 metros de altura, sem considerar as hastes florais.

As flores possuem tamanho variado partindo de 3 até 10 cm, dependendo da espécie na qual ela foi cruzada, e as suas flores podem durar de 2 a 3 meses na planta.

Cultivo da Orquídea Denphal:

Essa orquídea não é uma espécie difícil de ser cultivada, embora ela exija os mesmo cuidados do que as demais espécies. São espécies de orquídeas precoces que podem começar a florescer dois após sair de laboratório, além disso possuem um crescimento rápido com formação de touceiras.

Ela pode ser cultivada em vasos de barro ou de plástico, em canteiros ou diretamente no tronco de arvores, além disso, se adapta facilmente a qualquer tipo de substrato, no entanto alguns meses antes da floração é importante realizar uma adubação com adubos específicos como por exemplo o NPK 4-14-8 que pode ser encontrados em casas agrícolas. A aplicação da adubação se da através da água, no entanto você deve se atentar para aplicar somente a dose recomendada em cada planta, para evitar que a orquídea venha se queimar com excessos de adubo.

Deve ser irrigada ao menos 2 vezes por semana, ou quando houver necessidade, não permitindo que o substrato venha a ficar totalmente seco. É normal observar que na época de sua floração as folhas venham pecar e cair, mas ainda sim o caule não deve ser removido, pois ele voltará a florir posteriormente.

A Orquídea Baunilha

Orquídea Baunilha

O nome do gênero da planta que dá origem a baunilha vainilla (vainilha), em espanhol, vem do diminutivo de vaina (vagem), isso porque a planta tem a forma comprida e estreita. É nessa parte que estão as sementes das orquídeas, muito semelhante a uma vagem delgada e comprida. A Orquídea Baunilha (Vanilla) pertence a família das Orquidáceas e por isso mesmo é uma trepadeira e está classificada como um género que conta com cerca de 50 espécies. Linneu classificou essa planta no início como Epidendrum, porém, o botânico Scwartz (1799), depois de algum tempo reclassificou essa planta como Vanilla.

 

O Ciclo da Orquídea Baunilha:

Esse momento chega para a Orquídea Baunilha cerca de 8 a 9 meses depois da polinização. A orquídea que produz a essência da baunilha começa o seu florescimento no 3° ano depois do plantio. A produtividade fica em torno de 300 a 400 kg de frutos beneficiados por hectare, isso quando a planta chega aos 7 anos de idade.

A maturidade das favas chega entre o 9° e o 10° mês depois que ela é polinizada e os seus frutos são colhidos quando mudam da cor verde para a cor verde-escuro. Os frutos dessa planta passam por um processo quase de “cura” para que as favas possam vir a desenvolver placas de cristais onde está a Vanilla.

Para que isso aconteça as favas são desidratadas de forma lenta sendo colocadas imersas na água aquecida com uma temperatura que fica em torno de 70°C. Depois disso elas são levadas para secar num período de 4 a 6 dias ao sol. O final do processo é ficar a sombra em tabuleiros.

 

Detalhes Sobre a Vida da Orquídea Baunilha:

Uma planta que gosta do clima tropical, se dá muito bem nas regiões em que a temperatura gira em torno de 21°C e que tenha uma precipitação anual de 1.500-2.500mm. É muito importante para essa planta que haja um período de seca de mais ou menos dois meses para que possa florescer. Essa planta não deve ser plantada em pleno sol porque não tolera uma incidência solar muito intensa ou ventos diretos. O solo ideal é aquele que é fértil e rico em matéria orgânica.

Porém, devemos destacar que a Orquídea Baunilha representa uma plantação relativamente barata e fácil de organizar. É necessário construir uma cobertura de madeira de 10 metros de largura por 30 metros de comprimento e 2 metros de altura. A plantação deve ser feita em terreno fresco e que seja abundante em húmus, com sombra e que seja protegido de ventos fortes. Em cada esteio é necessário plantar pedaços de hastes que tenham em torno de 1 metro de comprimento, eles devem ser enterrados de 10 a 15 cm, amarre onde a planta deve crescer.

 

Ophrys Apifera:

Ophrys Apifera

A erva-abelha (Ophrys Apifera), erva-aranha ou abelheira é uma planta típica de climas temperados e amplamente distribuída desde o Mediterrâneo até ao Reino Unido, Alemanha e Cáucaso.

Esta é uma orquídea terrestre que nasce em solos turfosos, sobre rochas, dunas calcárias ou em bosques abertos. Cresce até 30 cm de altura e sua flor se assemelha a uma abelha.

Peristeria Elata:

A Peristeria Elata também é conhecida como orquídea pomba, ou flor do Espírito Santo, pela forma característica de suas pétalas que lembram um pássaro branco. Em sua corola é muito fácil de reconhecer uma pomba branca. Esta orquídea é muito abundante nas florestas úmidas do Panamá, seu país de origem que a adotou como flor nacional.

Habenaria Grandifloriformis:

A orquídea Habenaria Grandifloriformis, que também é conhecida como orquídea anjo, é originária das altas pastagens do sul da Índia. Possui pétalas brancas, finas e uma aparência delicada que a torna uma flor verdadeiramente elegante. Esta orquídea gosta de solos pobres em matéria orgânica, ar fresco, luminosidade e cresce no solo ou em vaso.

Phalaenopsis Schilleriana:

A orquídea borboleta (Phalaenopsis spp.) é uma planta elegante que pode alcançar até 1 m de altura. Esta é uma orquídea de sombra, que vive em troncos de árvores ou sobre pedras.  Não pode ser regada por aspersão, pois suas folhas acumulam água, dando origem a fungos que lhe são prejudiciais. É originária das Filipinas e região.

Rodriguezia venusta:

A orquídea véu-de-noiva é uma espécie epífita, de crescimento simpodial e que surpreende colecionadores e aficionados do mundo todo por sua floração espetacular e abundante. Seu porte é pequeno, atingindo 20 cm de altura, e forma densas touceiras, crescendo horizontalmente. Suas raízes são aéreas, de forma que essa orquídea prefere substratos abertos e arejados a ficar em vasos ou jardineiras. Floresce no verão, despontando inflorescências em densos cachos pendentes, com numerosas flores pequenas, brancas, com labelo franjeado e centro amarelo. As flores não são perfumadas e duram cerca de 10 dias. O fruto é do tipo cápsula, com milhares de sementes diminutas.

Dendrobium aphyllum:

O dendróbio-de-capuz é uma orquídea simpodial, epífita ou litófita, decídua e muito florífera. Ela apresenta pseudobulbos afilados, cilíndricos, avermelhados, recobertos por uma película papirácea e transparente, pendentes e muito longos, podendo alcançar 2 metros de comprimento. Suas folhas são verdes, brilhantes e aparecem apenas durante o crescimento dos pseudobulbos, caindo no período do inverno.

Ludisia Discolor:

A Ludisia é uma orquídea terrestre, ou rupícola, de folhagem e florescimento ornamentais, mas que se destaca principalmente como forração em locais sombreados, ao contrário da grande maioria das orquídeas que se distinguem por serem plantas de vaso. Ela não apresenta pseudobulbos e tem rizomas a princípio eretos, mas que tornam-se curvos e prostrados em sua base, de acordo com o crescimento.

As folhas são ovais, elípticas, brilhantes e bronzeadas, com nervuras longitudinais prateadas ou acobreadas, de acordo com a variedade. Ocorre também uma variedade albina, com folhas verde claras e apenas um leve tom acobreado na parte inferior.

Floresce no fim do inverno e início da primavera, despontando longas hastes florais, eretas, com pequenas flores carnudas e delicadas, de cor branca, com uma pequena mancha amarela. A floração dura em média duas semanas.

Temos também as seguintes espécies descritas mais detalhadamente no site:

  1. Orquídea Bambu
  2. orquídea cara de macaco
  3. Orquídea Cymbidium
  4. Orquídea olho de boneca
  5. Orquídea Vanda

Abaixo existe uma tabela completa de A a Z dos nome de orquídeas.

 

 

Tipos de Orquídeas com a letra – A

Acanthophippium

Acanthophippium é um gênero terrestre e às vezes saprófita de orquídeas simpodiais descrito pela primeira vez em 1825 por KL Blume. Muitas vezes foi escrito incorretamente comoAcanthophippium e as várias espécies foram cientificamente descritas com ambas as grafias. As espécies possuem bulbos afilados proeminentes que têm até 15 cm de comprimento e 5 cm de largura e possuem grandes folhas plicatadas. As flores são muito incomuns sendo em forma de garrafa ou copo um pouco como uma tulipa, ceroso, e tem uma fragrância muito forte. Eles têm uma ampla gama de cores, sendo principalmente tons de laranja, vermelho e amarelo. O nome Acanthophippium é uma combinação de duas palavras gregas, akanthe , que significa espora ou espinho, e ephippion , que significa sela. Estes referem-se à forma e estrutura da lâmina do lábio. A espécie tipo é Aca . javanicum . Espécies comumente cultivadas são Aca . mantiniano ; Aca . javanicum ; Aca . striatum .

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 13 espécies (2/2012).

Distribuição:

Velho mundo tropical, indo do sul da China e sudeste da Ásia, passando pela Indonésia e pelas Filipinas até Fiji.

Acanthophippium
Acanthophippium
— CULTURA —
Temperatura: Quente para intermediário.
Luz: Sombra média, pode ser cultivada junto com Phalaenopsis .
Umidade da Água: Manter umidade e alta umidade, 70% mais
Fertilizante: Fertilizante balanceado semanalmente, exceto por um curto período de descanso após a floração, quando uma aplicação fraca quinzenal é aconselhável por quatro a seis semanas.
Envasamento: Qualquer boa mistura terrestre, como a usada para espécies de Calanthe ouPhaius e híbridos ou mesmo paphiopedilums. O meio deve ser poroso e ter boa drenagem. Os acanthephippiums não são tolerantes a condições antigas.
Referências: Jim Cootes, The Orchids das Filipinas (2001), Timber Press, Inc., Portland, Oregon.

Alex D. Hawks, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas (1965), Faber and Faber Limited, Londres, Grã-Bretanha.

JS Comber, Orquídeas de Java (1990), The Trust Bentham-Moxon, Royal Botanic Gardens, Kew, Surrey, Inglaterra.

Thomas, SA, Revisão taxonômica do gênero Acanthephippium (Orchidaceae ).Monografias de orquídeas, vol. 8, pp. 119-134, figuras 56-66, placas 5c-6d (1997), Rijksherbarium / Hortus Botanicus, Leiden, Holanda.

Orquídea Acineta

Orquídea Acineta: Uma vista inspiradora é uma planta bem desenvolvida com numerosas inflorescências pendentes com 20 ou mais, geralmente grandes 2 polegadas (5 cm) , flores que crescem de uma cesta de suspensão. John Lindley descreveu esse gênero, que se parece muito com Stanhopeaem 1843. O nome do gênero é derivado dos akinetos gregos(imóveis) em referência ao aspecto rígido e sem juntas do lábio. Nas características florais, Acineta lembra mais Pescatorea ouPeristeria , embora o hábito pendente da inflorescência seja o de Stanhopea.

As aproximadamente 15 espécies deste gênero são normalmente epífitas, mas ocasionalmente podem ser encontradas crescendo como terrestres em aterros íngremes a altitudes de 800 a 2.000 metros. Espécies em cultivo incluem Orquídea Acineta superba e Orquídea Acineta crisantha

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 17 espécies (8/2012).

Distribuição:

Do S. México à Venezuela, Equador e Peru.

Acineta
Acineta
Acineta
Acineta
Acineta
— CULTURA —
Temperatura: Intermediário; mínimo 55F (12C) à noite; quanto a stanhopeas.
Luz: Luz moderada a brilhante, mas sombreada; nenhum sol direto que queime as folhas.
Umidade da Água: Forneça bastante água e umidade (40-60%) enquanto estiver em crescimento ativo com um período de resfriamento e secagem após o término do crescimento.
Fertilizante: Uma vez por mês; proporção depende do meio utilizado.
Envasamento: A cultura da cesta é melhor por causa das longas inflorescências pendentes.Use uma mistura aberta como para a maioria dos epífitos.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas, 3ª edição, MIT Press, 1992.

Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas , Faber & Faber, Londres e Boston, 1965.

Sheehan, Tom e Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Genera Orchid , Timber Press, 1994.

Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas , Timber Press, 1992.

 

Orquídea Ada

 

Etimologia: Nomeada por Ada, irmã de Artemisia. Descrito pela primeira vez por John Lindley em 1854. O gênero é principalmente epífitas, mas ocasionalmente litofítico, crescendo em florestas úmidas entre 1500 e 2800m. Presume-se que a maioria das espécies seja polinizada por beija-flores.

O gênero consistia em Orquídea Ada aurantiaca e Orquídea Ada lehmannii até que as brassias “glumaceous” (membrana) foram adicionadas por Norris Williams em 1972. Então, em 2011, Chase e Whitten removeram as brassias glúchas do gênero Ada novamente com base nos dados da sequência de DNA. . Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World considera Ada sinônimo de Brassia.

Número de espécies:

A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World agora lista o gênero de longa data Ada como sinônimo de Brassia (8/2012).

Distribuição:

Áreas andinas da Colômbia, Equador e Peru.

Orquídea Ada
Orquídea Ada
Orquídea Ada
Orquídea Ada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— CULTURA —
Temperatura: Cool: 53 a 57F noite, 75 a 80o dia.
Luz: Sombra moderada (1600 a 2000 pés).
Umidade da Água: Tal como acontece com odontoglossum, os adas devem receber muita água enquanto em crescimento ativo e menos em outras ocasiões. Sob condições ideais, as plantas nunca devem secar totalmente, mas não devem permanecer encharcadas. Água pura com menos de 180 PPM / tds (total de sólidos dissolvidos) e 6 a 6,7 ​​pH é muito benéfica para um crescimento ótimo. A umidade relativa entre 50 e 70% é ótima. Mantenha um bom movimento de ar.
Fertilizante: Os adas beneficiam de um fertilizante equilibrado com uma relação NPK de 3-1-2 que também contém micronutrientes. As taxas de aplicação devem ser leves (80-100 PPM são melhores) e consistentes com o crescimento ativo da planta.
Envasamento: Nunca mais de maconha! Use panelas e mídias que promovam uma drenagem rápida e evitem condições antigas ou encharcadas nas raízes. Repot anualmente ou semestralmente, se você deve evitar condições obsoletas. Os melhores resultados podem ser alcançados com o plantio em cestos de madeira suspensos ou “jangadas”, que permitem uma rápida drenagem e o máximo movimento do ar ao redor da planta. A escolha do meio de envasamento é ampla e inclui casca, perlita, carvão, rocha de lava, turfa e lã de rocha.
Referências: Bockemuhl, Lenore, 1989. Odontoglossum . Bucke-Verlag Kurt Schmersow, Heldesheim, Alemanha (excelente descrição das condições do habitat).

Pridgeon, Alec, 1992. Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas . Weldon Publishing, Sydney, Austrália

Hamilton, Robert, 1999. Alimentando Odontoglossum e outras orquídeas que crescem no frio. O Compêndio Odontoglossum , The Odontoglossum Alliance, John Miller, Editor.

Orquídea Aerangis

Meu conhecimento com a Orquídea Aerangis começou nas terras altas do Quênia no início dos anos 60. Embora eu não consiga lembrar a data exata, posso me lembrar da planta que causou uma impressão tão marcante em mim. Eu fiquei cara a cara com ele crescendo como um epífito de baixo nível em um denso bosque de árvores e arbustos perto do rio a cerca de 8.000 pés acima do nível do mar, ao norte do Equador. Várias inflorescências estavam em plena floração; suas flores brancas imaculadas com nectários longos e curvos, ou esporas, apresentavam uma visão mais elegante. Mais tarde descobri que era Aergs. thomsonii. Assim meu interesse neste gênero atraente começou e ainda continua até hoje.

O nome Aerangis foi cunhado de duas palavras gregas, aer, ar e angos, vaso, e foi provavelmente uma referência ao esporão nectarífero na base do lábio. As plantas alocadas para este gênero hoje estão entre as mais atraentes das orquídeas vandaceous de flor branca da África e suas ilhas adjacentes, incluindo Madagascar.

Muitas espécies de Orquídea Aerangis foram descritas pela primeira vez sob o nome Angraecum . Foi em 1865 que HG Reichenbach propôs o gênero Aerangis , separando-o do Angraecum por causa do rostelo longo e delgado que se estende para frente a partir da parte inferior do ápice da coluna, através da superfície estigmática, e pelo estipe longo e delgado que está localizado na superfície superior deste rostelo e suporta as duas polínias.

Uma grande contribuição para o reconhecimento do gênero foi a do botânico alemão Rudolf Schlechter. Em 1914 ele transferiu algumas das bem conhecidas espécies de Madagascar de Angraecum para Orquídea Aerangis e em 1918 fez uma importante revisão de todas as orquídeas angraecóides africanas que lidavam com 11 espécies adicionais de Orquídea Aerangis . Mais espécies foram adicionadas ao gênero desde então.

Espécies mais comumente encontradas no cultivo incluem Aerangis articulata, Aerangis biloba, Aerangis citrata, Aerangis ellisii, Aerangis fastuosa, Aerangis luteo-alba e sua variedade rhodosticta, eAerangis modesta.

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece 51 espécies, 2 híbridos naturais e 4 variedades (8/2012).

Distribuição:

África e suas ilhas adjacentes, incluindo Madagascar.

Orquídea Aerangis
Orquídea Aerangis
Orquídea Aerangis
Orquídea Aerangis
Orquídea Aerangis
Orquídea Aerangis

 

 

 

— CULTURA —
Temperatura: Não é difícil cultivar nenhuma das espécies de Aerangis , mas as plantas são facilmente perdidas se as condições de cultivo mudarem de maneira adversa. As espécies de altitudes mais elevadas precisam de condições mais frias do que aquelas que ocorrem perto do nível do mar, e aquelas de perto do Equador geralmente requerem condições mais quentes e umidade mais alta do que aquelas que são encontradas muito mais ao sul na mesma elevação. Os detalhes do habitat, quando conhecidos, dão frequentemente uma indicação da melhor maneira de gerir o ambiente das plantas em cultivo.
Luz: As plantas em cultivo precisam de condições bem sombreadas, semelhantes às das espécies e híbridos de Phalaenopsis.
Umidade da Água: A coisa mais difícil de organizar, no cultivo, é a estação de descanso que a maioria das espécies aprecia após a floração. Se as plantas forem mantidas secas demais, existe o perigo de que elas sequem demais e percam suas folhas.Se eles são pulverizados com muita água fria ou com muita freqüência, as plantas vão sofrer, perder suas folhas e morrer. A gestão cuidadosa das plantas e do meio ambiente é a chave para plantas de vida longa e a recompensa de muitas flores a cada ano.
Fertilizante: As plantas precisam apenas de fertilizante líquido fraco, durante a estação de crescimento, quando novas raízes e novas folhas são produzidas.
Envasamento: Todas as plantas crescerão bem em vasos de meio adequados para a maioria dos outros epífitos; aqueles com raízes mais finas precisam de um tamanho de partícula menor e condições mais úmidas do que aqueles com raízes mais grossas. Todas as espécies crescem bem como plantas montadas, firmemente ligadas a um pedaço de casca ou cortiça. Plantas montadas devem ser suspensas em sombra profunda, geralmente em alta umidade. As flores são naturalmente e elegantemente exibidas quando as plantas crescem assim.
Referências: Orchid Digest, vol. 70-4 – outubro, novembro, dezembro, 2006.

Stewart, Joyce, 1986. Estrelas das Ilhas – Um Novo Olhar para o Gênero Aerangis em Madagascar e as Ilhas Comoro . American Orchid Society Boletim 55: 792-802, 903-909, 1008-1015, 1117-1125.

Livros com ilustrações de espécies e híbridos de Aerangis :
Demissew, S., PJ Cribb e F. Rasmussen, 2004. Guia de Campo para as Orquídeas da Etiópia. Kew: Royal Botanic Gardens.

DuPuy, D., P. Cribb, J. Bosser, J. Hermans e C. Hermans, 1999. As Orquídeas de Madagascar. Kew: Royal Botanic Gardens.

Orquídea Aeranthes

Quando descrita pela primeira vez por John Lindley em 1824, essas delicadas flores devem ter parecido flutuantes no ar, daí o nome genérico que é derivado do grego aer (ar) e anthos (flor). As flores amarelas, verdes ou brancas translúcidas são suportadas em hastes rijas, com até 90 cm de comprimento e são aliadas ao Angraecum . Das 30 a 40 espécies conhecidas, a maioria é encontrada em Madagascar e nas ilhas adjacentes ao largo da costa leste da África. As flores variam em tamanho, mas podem ter até 10 cm de largura e 12,5 cm de altura e são geralmente levemente perfumadas. As flores são caracterizadas por uma aparência de inseto ou aranha.A Orquídea Aeranthes tem sido usado em híbridos intergenéricos, vários sendo produzidos com Angraecum , e pelo menos um exemplo de um híbrido com Vanda (Vths. Helmut Paul = V. tessellata x  Orquídea Aeranthes Grandiflora ). Orquídea Aeranthes grandiflora é a espécie mais comumente encontrada em coleções de amadores.

Número de espécies:

A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World atualmente reconhece 43 espécies e 2 variedades (8/2012).

Distribuição:

Madagascar e as ilhas da costa leste da África.

Orquídea Aeranthes
 Orquídea Aeranthes
 

 

 

— CULTURA —
Temperatura: Intermediário para aquecer com temperaturas mínimas noturnas de 60-65F (15-18C).
Luz: 2400-3600 footcandles; em torno de 70% de sombra.
Umidade da Água: Condições úmidas; nunca deixe as plantas secarem. Enquanto o meio estiver fresco e não ficar encharcado, aplique água com liberalidade, especialmente quando a planta estiver em crescimento ativo.
Fertilizante: Por mês; relação depende do meio usado. Não permita que os sais de fertilizantes se acumulem. Lave com água limpa todo mês para evitar isso.
Envasamento: Uma mistura aberta para permitir uma boa drenagem; treefern, casca ou osmunda preferidos.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas, 3ª edição, MIT Press, 1992.

Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas, Faber & Faber, Londres e Boston, 1965.

Sheehan, Tom e Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Orchid Genera , Timber Press, 1994.

Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas , Timber Press, 1992.

Orquídea Aerides

Orquídea Aerides , literalmente “criança do ar”, é um gênero de epífitas monopodiais de crescimento forte que mais se assemelham ao gênero Vanda. Estas orquídeas são populares por seus picos pendentes livremente produzidos de flores perfumadas. Muitas vezes chamado de “orquídeas foxtail”, isso pode levar à confusão com Rhyncostylis . Os aerides são produtores relativamente rápidos e podem suportar uma profusão de espigas da planta principal e seus keikis. Algumas das espécies são especialmente fascinantes por seu lábio complexo, o que pode obscurecer a coluna. Espécies comumente vistas são Aerides fieldingii , Aerides lawrenceae, Aerides multiflorumAerides odoratum . Aerides está começando a ser usado cada vez mais na hibridização com espécies e híbridos relacionados, especialmente vandas e ascocendas.

 

Número de espécies:

Alex Hawkes citou “mais de 60” e Phil Cribb do Royal Botanic Gardens, Kew, “mais de 20”. No entanto, a última revisão, de Eric Christenson, PhD, será mais próxima de 14 ou 15. Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 28 espécies (9/2007).

Distribuição:

Ásia tropical, especialmente na região do Himalaia, na Birmânia e nas Filipinas

Orquídea Aerides
Orquídea Aerides
Orquídea Aerides
Orquídea Aerides
Orquídea Aerides
 

 

Orquídea Aerides

 

 
— CULTURA —
Temperatura: Estas orquídeas de baixa elevação requerem temperaturas quentes.
Luz: Brilhante, perto do sol para algumas espécies.
Umidade da Água: As espécies de Aerides necessitam de muita água, todos os dias em climas quentes. 70% ou mais de umidade relativa é benéfica, embora as plantas possam ser cultivadas mais baixas.
Fertilizante: Semanalmente, fracamente (1/4 a 1/2 de fertilizante de plantas de casa de força).
Envasamento: Como os gêneros relacionados, as Aerides são melhor cultivadas em cestas de ripas abertas. Se água suficiente puder ser fornecida, não é necessário usar qualquer meio, caso contrário, alguns pedaços de samambaia arbórea retêm um pouco de umidade para as raízes.
Referências: Encyclopedia of Cultivated Orchids editada por Alex D Hawkes;

A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas editada por Alec Pridgeon

 

Orquídea Aganísia

 

O nome do gênero deriva de uma ninfa grega, amante do deus Apolo. Espécimes coletados no início raramente duraram mais de dois anos em cultivo. Plantas cultivadas com sementes têm uma expectativa de vida muito maior. Já foi pensado para ser monoespecífico, ou seja, uma única espécie neste gênero; no entanto, quatro espécies são agora conhecidas – Orquídea Aganísia cianea, Orquídea Aganísia fimbriata, Orquídea Aganísia pulchella e Orquídea Aganísia rosariana . Altamente valorizado por suas flores “azuis”. O horário de verão é o início da primavera até o verão. Acacallis é agora considerado sinônimo de um gênero descrito anteriormente Aganisia , e este nome mais antigo tem prioridade.

Número de espécies:

A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece quatro espécies do gênero Aganisia .

Distribuição:

 Colômbia, Venezuela, Brasil, Peru e Guianas.

 

Orquídea Aganísia
Orquídea Aganísia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— CULTURA —
Temperatura: Quente para quente.
Luz: Sombra moderada.
Umidade da Água:  Regada ao longo do ano; alta umidade, boa circulação de ar.
Fertilizante: Força total mensalmente a meio da primavera até meados do outono; metade da força durante os dias mais curtos dos meses de inverno.
Envasamento: A maioria dos epífitos é melhor montada em casca de cortiça, madeira dura, hapu’u (raiz de samambaia) ou em cestos.
Referências: Hawkes, Alex D., Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas

Sociedade de Orquídeas da Colômbia, Orquídeas Nativas da Colômbia, Volume 1.

Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas Cultivadas

Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas

 

Orquídea Amesiella

Dr. Rudolf Schlechter propôs o epíteto genérico Amesiella , em 1926, mas morreu antes de ser publicado. Dr. Leslie Garay encontrou o nome inédito de Schlechter e foi devidamente publicado em 1972. O epíteto homenageia o professor Oakes Ames, que nomeou muitas espécies de orquídeas filipinas na primeira metade dos anos 1900. Espécie tipo para este pequeno gênero éAme. philippinensis . Todas as flores são de cor branca e Orquídea Amesiella monticola é perfumado, muitas vezes à noite. As flores são grandes quando comparadas com o tamanho da planta. Plantas bem cultivadas podem produzir várias inflorescências. Espécies comumente cultivadas são Orquídea Amesiella monticola e Orquídea Amesiella philippinensis . A terceira espécie do gênero é Orquídea Amesiella menor , conhecido apenas a partir do espécime tipo, nomeado em 1999.

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece três espécies (8/2012).

Distribuição:

O gênero Amesiella é endêmico nas ilhas de Luzon e Mindoro nas Filipinas.

Orquídea Amesiella 

 

Orquídea Amesiella 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
— CULTURA —
Temperatura: Arrefecer para intermediário.
Luz: Luz filtrada e difusa, sem sol direto.
Umidade da Água: Mantenha umidade e umidade elevadas. O movimento constante do ar também é importante.
Fertilizante: Fertilizante balanceado de força de um trimestre semanalmente durante o crescimento. Duas vezes por mês durante o inverno.
Envasamento: Cresce muito bem no musgo esfagno; não deve ser permitido secar
Referências: Schultes, RE e Pease, AS 1963. Nomes genéricos de orquídeas . Sua origem e significado. Imprensa Acadêmica.

Bancos, DP 2001. Orquídeas Crescentes . Imprensa canguru.

Cootes, J. 2001. As Orquídeas das Filipinas. Edições de tempos, Singapura

 

Orquídea Ancistrochilus

 

 espécie de Ancistrochilus mais comumente vista em cultivo, Ancistrochilus rothschildianusO’Brien, tem uma reputação imerecida de sendo difícil crescer e, em particular, manter-se vivo e em boas condições durante um período de tempo.

 

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 2 espécies (8/2012).

Distribuição:

África do outro lado para Uganda e Tanzânia.

Orquídea Ancistrochilus 

 

Orquídea Ancistrochilus 
 
— CULTURA —
Temperatura: Eu cresci isso em uma sala quente com uma temperatura mínima de noite de 62-65F, e durante o verão a temperatura raramente excede 95F.
Luz: Esta planta pode ser cultivada com o Phalaenopsis, mas apreciará um local onde a luz é um pouco mais brilhante.
Umidade da Água: A sala tem entre 50 e 70 por cento de umidade relativa. Após a floração, o recipiente é deixado secar. A maioria dos pseudobulbos decíduos perdem suas folhas quando a floração está completa. Rega de luz é retomada quatro a seis semanas depois, quando o novo crescimento começa. Uma vez crescendo vigorosamente, a rega é aumentada. Durante o verão, pode ser necessário regar todos os dias. A rega é continuada até e durante a floração.
Fertilizante: Eu tentei 30-10-10 a partir do momento em que a rega começa até o outono e, em seguida, em meados de setembro, 15-30-15 e continuou até a floração. Eu também tentei uma fórmula equilibrada durante todo o período de alimentação e não vi nenhuma diferença no crescimento ou produção de flores.
Envasamento: Esta espécie não produz um sistema radicular extenso. Eu uso um pote de plástico tipo azálea e mantenho a mídia a não mais que 3-4 polegadas de profundidade, com o restante feito de amendoim de plástico. Eu acredito que isso mantém uma melhor umidade, juntamente com uma melhor drenagem. O meio é composto de casca fina de abeto e perlita. Eu tento manter uma camada de musgo crescendo na superfície do meio, o que melhora a aparência e parece melhorar a saúde da planta, como é evidente pelo vigor e número de novos crescimentos que ela produz anualmente. Eu tento manter a planta apertada no pote e isso pode exigir o repotting a cada ano, momento em que um pode remover qualquer meio solto e, em seguida, defina a bola de raiz em um recipiente de um tamanho maior. Embora esta planta possa ser repotada facilmente, na minha experiência não gosta de ser dividida, e tende a se deteriorar e levar muito tempo para se recuperar. Esta espécie floresce de forma confiável a cada ano, no inverno, e as flores duram quatro semanas ou mais.
Referências: Bechtel, H., Cribb, P. e Launert .: O Manual das Espécies de Orquídeas Cultivadas. MIT Press, Cambridge, MA.

 

Orquídea Angraecum

A Orquídea Angraecum foi criado em 1804 pelo Coronel Bory de St. Vincent embora alguns creditem ao botânico francês Louis-Marie Aubert Du Petit-Thouars com a fundação deste gênero. Seu nome é uma forma latinizada da palavra malaia angurek que é usada para descrever orquídeas com um hábito de crescimento similar ao gênero Vanda . Angraecums, aproximadamente duzentas espécies de flores brancas ou esverdeadas, geralmente em forma de estrela, são tipicamente monopodiais em hábito de crescimento e são em sua maioria epífitas. Algumas espécies de Angraecum têm apenas alguns centímetros de altura, enquanto outras podem alcançar mais de 6 pés. Talvez o mais famoso seja Orquídea  sesquipedale. Poucos orquidófilos desconhecem a previsão de Charles Darwin de um polinizador de traça com uma língua muito longa!

Angraecum é um gênero grande e um dos primeiros descritos das orquídeas africanas. Como resultado, muitas espécies, uma vez colocadas em Angraecum , agora foram separadas em outros gêneros (por exemplo, Aerangis e Jumellea). Poucas das muitas espécies de Angraecumsão encontradas no cultivo. As mais comuns são espécies como  Orquídea sesquipedale, Orquídea bicálamo, Orquídea leonis, Orquídea compactum e Orquídea distichum. 

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação Mundial de Famílias de Plantas Selecionadas reconhece um total de 223 espécies, 4 subespécies e 7 variedades (8/2012).

Distribuição:

África tropical, Madagascar e ilhas adjacentes.

Orquídea Angraecum
 
Orquídea Angraecum
 
Orquídea Angraecum
 
Orquídea Angraecum
Orquídea Angraecum
 
Orquídea Angraecum
 
— CULTURA —
Temperatura: Quente ao intermediário; dependendo se a espécie vem de planície ou habitat montano.
Luz: Mais uma vez, dependendo do habitat natural com as espécies de crescimento mais frias, geralmente requerendo mais sombra do que as de crescimento mais quente.
Umidade da Água: Mais uma vez, dependendo do habitat natural com as espécies que crescem mais frias, geralmente requerem menos água do que as que crescem mais quentes.
Fertilizante: Por mês; relação depende do meio usado.
Envasamento: Uma mistura epifítica aberta e bem drenante; treefern, casca ou osmunda
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas, 3ª edição, MIT Press, 1992.

Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas , Faber & Faber, Londres e Boston, 1965.

Sheehan, Tom e Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Orchid Gêneros , Timber Press, 1994.

Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas, Timber Press, 1992.

La Croix, Isobyl e Eric, Orquídeas Africanas na Natureza e no cultivo , Timber Press, 1997.

Stewart, Hermans, & Campbell , Angraecoid Orchids , Timber Press, 2006.

 

Orquídea Anguloa

Orquídea Anguloa: As plantas deste gênero são bastante grandes. Os pseudobulbos podem ter mais de 9 polegadas de altura e as folhas plicadas em uma planta bem crescida podem ter mais de 4 pés de comprimento. Este gênero facilmente cultivável é terrestre e a planta perde suas folhas no início do novo crescimento de cada estação. Existem dois grupos básicos de anguloas, branco e amarelo / vermelho. Os anguloas brancos podem produzir até seis inflorescências por pseudobulbo e o amarelo / vermelho até doze no final da primavera e início do verão. Geralmente, há uma flor em concha por inflorescência. As flores de todas as espécies são fortemente perfumadas.

Número de espécies:

Com referência ao trabalho recente do Dr. Henry F. Oakeley, o gênero é composto de nove espécies distintas e quatro híbridos naturais. As espécies são: brevilabris, cliftonii, clowesii, dubia, eburnea, hohenlohii, tognettiae, uniflora e virginalis. Os quatro híbridos naturais são: x acostae, x rolfei, x ruckeri e x speciosa . Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 9 espécies, 4 variedades e 4 híbridos naturais (8/2012).

Distribuição:

Regiões andinas da Colômbia, Venezuela, Equador e Peru.

 

Orquídea Anguloa
 
Orquídea Anguloa
 
Orquídea Anguloa
 
Orquídea Anguloa
 
Orquídea Anguloa
 
— CULTURA —
Temperatura: Principalmente plantas de alta altitude, elas são mais adequadas para temperaturas mais baixas e movimento de ar vigoroso como odontoglossums, embora uma temperatura intermediária não pareça ser prejudicial para a maioria das espécies.
Luz: Sol quase direto no verão e tanto sol quanto você pode dar no inverno, lembrando que eles precisam de temperaturas mais baixas.
Umidade da Água: Rega regular durante a temporada, quando a planta está produzindo um novo crescimento, e um descanso de inverno seco irá incentivar a produção de flores.Regue apenas o suficiente para evitar que os bulbos fiquem murchados durante o repouso e, depois, quando o novo crescimento aparecer na primavera.
Fertilizante: As plantas devem ser fecundadas com força total a cada rega, quando os novos crescimentos estiverem se formando, de modo que os novos pseudobulbos se tornem grandes e amadureçam o mais rápido possível, no outono.
Envasamento: Anguloas são terrestres e uma mistura mais fina, como a usada para os cymbidiums, funciona muito bem.
Referências: Lycaste, Ida e Anguloa pelo Dr. Henry F. Oakeley (2008).

Encyclopedia of Cultivated Orchids editada por Alex D Hawkes (1965).

A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas editada por Alec Pridgeon (1992).

 

Orquídea Anoectochilus

 

Anoectochilus foi descrito pela primeira vez em 1828 por CL Blume com Anoectochilus setaceus como espécie-tipo. Referindo-se à aparência aberta do lábio, que é devido a uma curva acentuada na faixa estreita que direciona a ponta do lábio para baixo, o nome genérico foi cunhado do grego anoektos (aberto) e cheilos (lábio).

Anoectochilus são pequenas plantas terrestres que têm hastes horizontais rastejantes. Uma das comumente chamadas ‘orquídeas de joias’, Anoectochilus tem folhas marcadas que são muito mais vistosas do que as inflorescências eretas de pequenas flores que ela produz.

Número de espécies:

A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World atualmente reconhece 43 espécies (8/2012).

Distribuição:

Da Índia e sudeste da Ásia à Austrália, Polinésia e ilhas adjacentes.

Orquídea Anoectochilus
 
Orquídea Anoectochilus
 
— CULTURA —
Temperatura: Caloroso; temperatura mínima 60F (15C).
Luz : Condições sombrias.
Umidade da Água: Alta umidade; as plantas devem ser mantidas uniformemente úmidas em todos os momentos.
Fertilizante: Mensalmente com uma relação de 1-1-1.
Envasamento: Vasos rasos com uma boa mistura bem drenada que fica igualmente húmida.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas , 3ª edição, MIT Press, 1992.

 

Orquídea Ansélia

Orquídea Ansélia: Devido à extraordinária variedade de espécies desse gênero monotípico, Ansellia africana, há grande variação no tamanho das plantas e flores, bem como na coloração e padronização das florações. As plantas são semelhantes porque são formadas por grupos verticais de pseudobulbos delgados, em forma de charuto, coroados com cinco a sete folhas que podem ser mantidas geralmente em posição vertical a um leve arqueamento. As folhas são uniformemente largas ao longo de seu comprimento, afinando para uma ponta arredondada. As folhas são geralmente verde médio, enquanto os pseudobulbos variam de creme esverdeado a uma cor amarela mostarda. Formas menores variam de 12 “a 18” de altura, enquanto algumas das formas maiores e mais ao sul podem atingir 48 “ou mais de altura. O hábito geral da planta é compacto e livremente ramificado, formando facilmente aglomerados consideráveis. Na natureza, as raízes aéreas verticais formam uma armadilha de detritos eficaz, e esse recurso não é incomum no cultivo.

As inflorescências são geralmente terminais, embora ocasionalmente hastes de flores menores possam emergir das axilas inferiores das folhas. As inflorescências terminais são verticais ao arqueamento, e são muitas vezes profusamente ramificadas. As flores são bem mantidas, embora algumas formas tendam a “acenar com a cabeça”, forçando o espectador a olhar para a tela para apreciar plenamente a beleza. O nome comum mais usado é o Leopard Orchid, e é fácil perceber porquê. Enquanto algumas formas são albininas ao albino, com flores verde amarelas puras, e outras tão manchadas de marrom-chocolate escuro que parecem negras, a maioria das formas são amarelas de mostarda marcadas com pontos e manchas castanhas-escuras. Assim como seu homônimo de Leopardo, as marcações variam de planta para planta. As flores são muito variáveis ​​em tamanho, variando de cerca de uma polegada, para quase três polegadas em algumas das formas crescentes mais finas e maiores cultivadas na África do Sul. Pétalas e sépalas são essencialmente iguais em tamanho e porte, com um lábio menor. A forma é aberta e plana, com algumas das melhores formas sendo relativamente cheias. A maioria das pessoas comenta a forte fragrância almiscarada, que algumas consideram agradável e outras desagradáveis.

Formas altamente selecionadas – muito escuras, albinas, ou grandes e formadas – estão agora entrando no comércio e podem ser relativamente fáceis, seja como divisões ou sementes geradas.

Este é um assunto excelente para áreas livres de gelo, onde pode ser uma adição valiosa para a paisagem, formando rapidamente um aglomerado vistoso na dobra de uma árvore ou em uma cesta grande. Produtores em climas mais frios devem procurar as formas menores de crescimento, que não são maiores que uma Cattleya padrão.

Número de espécies:

1 – amplamente distribuído e bastante variável. A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World também reconhece duas subespécies, Ansellia africana subsp. africana e Ansellia africana subsp. australis (8/2012).

Distribuição:

Tropical e África do Sul.

Orquídea Ansélia
 
— CULTURA —
Temperatura: Condições de Cattleya – 55 – 60 F. noites, 80-90 F. dias.
Luz: Brilhante, como para cattleyas, pode levar sol quase em condições tropicais.
Umidade da Água: Umidade moderada de 50% ou mais com água abundante durante a estação de crescimento, permitindo secar entre regas. Deixe secar por alguns dias extras durante os meses de inverno.
Fertilizante: Depende da sua mídia crescente, mas uma fórmula balanceada, aplicada regularmente, funcionará bem. Estas plantas crescem rapidamente durante os meses mais quentes e podem atingir um tamanho prodigioso, por isso é necessário um bom fornecimento de fertilizantes.
Envasamento: Firbark de grau médio, ou o que você usa para o seu cattleyas vai ficar bem. Pote na primavera, quando novos crescimentos estão bem. Permitir um crescimento de dois anos. Panelas de barro podem funcionar melhor para essas plantas muito superiores pesadas.
Referências: O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas , Edição Revisada, de Helmut Bechtel, Phillip Cribb e Edmund Launert (1986)

 

Orquídea Arachnis

 

Arachnis é um gênero epifítico de orquídeas vivas monopodiais, comumente chamadas de “orquídeas escorpianas”. É aliado aos gêneros Esmeralda e Armodorum. , que também têm flores com lábio fixo e quatro políneas. Eles são geralmente encontrados entre 0 e 1000m em florestas tropicais úmidas. As flores são médias a grandes, vistosas e perfumadas, geralmente em tons de amarelo a dourado, com marcas marrom-avermelhadas. A OrquídeaArachnis hookeriana (syn. Ren. Hookerana) é uma exceção, com flores brancas. Este nome para este gênero vem do grego arachne (aranha), referindo-se à forma das flores. A espécie tipo é Arachnis flos-aeris (Linné) Rchb. f., originalmente publicado como Arachnis moschifera por CL Blume em 1825, em Bijdragen tot de Flora van Nederlandsch Indie. As espécies comumente cultivadas incluem Arachnis flos-aeris, Arachnis hookeriana e um híbrido popular é Arachnis Maggie Oei hookeriana x flos-aeris) .

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece um total de 11 espécies, 4 variedades e 1 híbrido natural (Arach. X maingayi (flos-aeris x hookeriana) (8/2012).

Distribuição:

Himalaia e sudeste da Ásia para as Filipinas, Nova Guiné e Ilhas Salomão.

Orquídea Arachnis
 
Orquídea Arachnis
 
— CULTURA —
Temperatura: Caloroso.
Luz: Sol, com bom movimento de ar.
Umidade da Água: Mantenha umidade e umidade elevadas.
Fertilizante: Fertilizante balanceado bi-semanalmente.
Envasamento: Crescer em cestas, lajes, vasos ou camas ao ar livre em áreas tropicais. Muitas vezes crescerá em uma massa ou um emaranhado.
Referências: Tan, KW 1976. Taxonomia de Arachnis, Armodorum, Esmeralda e Dimorphorchis,parte II. 1 (4): 365-373.

Logo, TE 1989. Orquídeas da Ásia. 108-115.

 

Orquídea Arpophyllum

 

Arpophyllum são plantas epífitas ou terrestres com um caule delgado e curto com uma folha superior, carnuda e semelhante a couro que é longa e foice como e muitas vezes canalizado. O racimo ereto e denso é cilíndrico com muitas pequenas flores de lavanda avermelhada. Seu nome é derivado do grego harpe (foice) e phyllon (folha). A maior das espécies, Arpo. giganteumHartweg ex Lindley, cresce até 70 cms. (27-1 / 2 ”) alto, com folhas do mesmo comprimento e a inflorescência aproximadamente 15 cm. (6 ”) de altura. A espécie de tipo é Arpo. Spicatum La Llave e Lex.Arpophyllum é aliado a Isochilus e Elleanthus, mas facilmente distinguido por suas 8 polínias, a folha solitária sobre um tronco robusto e a inflorescência, que é cercada por uma única bráctea grande.

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece 3 espécies de Arpophyllum e 3 subespécies de Arpo. giganteum (8/2012).

Distribuição:

Neotropical; encontrado principalmente no México, com alguns até o sul da Colômbia.

Orquídea Arpophyllum
 
Orquídea Arpophyllum
 
— CULTURA —
Temperatura: Intermediário
Luz: Brilhante
Umidade da Água: Água durante todo o ano, reduzindo o desenvolvimento das folhas e a floração.
Fertilizante: Fertilizante balanceado bi-semanalmente.
Envasamento: Casca de abeto ou similar
Referências: 1. Pridgeon, Alec, editor, The Illustrated Encyclopedia of Orchids, Timber Press, Portland, Oregon, 1992.

2. Bechtel, Cribb, Launert, The Manual of Cultivated Orchid Species, MIT Press, Cambridge, MA, 1992.

 

Orquídea Arundina

Arundina é comumente conhecida como a orquídea de bambu devido à sua folhagem de junco, que inspirou Blume a basear o nome no grego. arundo , reed. A lavanda para flores brancas são grandes e vistosas. O crescimento das plantas é uma reminiscência das sobralias altas e terrestres. Arundinas são populares, especialmente nos trópicos e no Havaí, onde muitas vezes podem ser vistos crescendo em jardins como ornamentais. O mais comumente cultivado é o  Arundina graminifolia (também conhecido pelo sinônimo Arundina bambusifolia).

Número de espécies:

Incerto; talvez até oito, embora a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconheça atualmente apenas duas espécies altamente variáveis. (8/2012)

Distribuição:

Sri Lanka, Índia, China, sudeste da Ásia e Malásia em todo o Taiti e ilhas adjacentes, excluindo as Filipinas.

Orquídea Arundina

 

— CULTURA —
Temperatura: Temperatura mínima de 60 F noite (15 C); tão quente quanto possível durante todo o ano.
Luz: Ensolarado
Umidade da Água: Aplicação liberal enquanto em crescimento ativo.
Fertilizante: Aplicação liberal de um fertilizante balanceado enquanto em crescimento ativo.
Envasamento: Arundina prefere camas exteriores especialmente preparadas para a cultura de maconha. Como não é especialmente de floração livre, recomenda-se leitos de várias plantações. Essencial para o seu bem-estar é a boa drenagem e a base da planta nunca deve ser enterrada na mistura do jardim que consiste em partes iguais de argila rica, fibra de osmápedos ou folhas de samambaia, folhas desfiadas e estrume seco ou outro fertilizante comercial. Uma vez que as plantas crescem altas e são reluzentes na natureza, a estaca evitará que as plantas mais pesadas caiam.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas , 3ª edição, MIT Press, 1992.

Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas, Faber & Faber, Londres e Boston, 1965.

 

Orquídea Ascocentrum

 

Ascocentrum é um gênero de orquídeas epiphytic monopodial. As plantas são tipicamente compactas e lembram vandas em miniatura. Com a publicação dovolume 6da Genera Orchidacearum , todas as espécies de Ascocentrum estão agora incluídas no gênero Vanda . Os nomes híbridos afetados são explicados neste site aqui . Estas espécies produzem inflorescências verticais e densamente floridas em tons de amarelo dourado brilhante a vermelho alaranjado ou rosa-fúcsia. A estação da flor é geralmente final da primavera.

O nome do gênero é derivado das palavras gregas para “saco” e “espora”, denotando o distinto esporão na base do lábio, e foi originalmente descrito por Schlechter. As espécies, principalmente Ascocentrum curvifolium , têm sido amplamente utilizados na hibridação com outros gêneros vandáceos.

Espécies comumente cultivadas: Ascocentrum curvifolium, Ascocentrum ampullaceum, Ascocentrum garayi(nome correto para plantas frequentemente vendidas como Ascocentrum miniatum , com o qual ele pode ser confundido, ou como Ascocentrum miniatum var. garayi , sinônimo de Ascocentrum garayi ).

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World reconhece 13 espécies de Ascocentrum e 2 subespécies de Asctm. aurantiacum (8/2012).

Distribuição:

Ásia Tropical; nordeste da Índia, Indochina, Filipinas e Taiwan.

Orquídea Ascocentrum
 
Orquídea Ascocentrum
 
Orquídea Ascocentrum
 
Orquídea Ascocentrum
 
— CULTURA —
Temperatura: Intermediário para aquecer as espécies comumente cultivadas.
Luz: Condições muito brilhantes. As plantas vão se adaptar a pleno sol. Sob luz muito alta, as superfícies das folhas superiores irão mostrar manchas e sardas obscuramente pigmentadas.
Umidade da Água: Regue regularmente e mantenha alta umidade e boa circulação de ar.
Fertilizante: Alimente semanalmente com fertilizante balanceado durante a primavera / verão; quinzenalmente no outono / inverno; alta fórmula P (“bloom booster”) a cada quarta alimentação.
Envasamento: Cestas de ripas de madeira ou montagens são as melhores. Se a umidade for alta na área de cultivo, não é necessário nenhum meio de envasamento adicional nas cestas; plantas produzem uma abundância de raízes aéreas carnudas que se prendem à cesta ou ficam livres.
Referências: 1. David L. Grove, 1995. Vandas e Ascocendas. Timber Press, Portland, Oregon

2. Gunnar Seidenfaden e Tem Smitinand, 1963. As Orquídeas da Tailândia. Parte IV, pp. 595-599. A Sociedade Siam.

 

Orquídea Ascoglossum

 

Ascoglossum é derivado do grego, askos , bolsa e glossa , língua, em alusão ao lábio sacchar (em forma de bolsa). As flores de Ascoglossum podem ser pequenas e médias para orquídeas, mas sua cor é marcante. O grande número de flores de cores vivas, presentes em inflorescências ramificadas, fazem com que esta planta se destaque, e as hastes magenta muito profundas aumentam a atratividade geral. De acordo com a maioria dos taxonomistas, esse gênero é composto por uma única espécie, enquanto outros acham que pode haver duas espécies.

Ascoglossum está intimamente relacionado com Ascocentrum, mas difere em características florais e em ter uma inflorescência ramificada. Vegetativamente, as espécies de Ascoglossum seassemelham a espécies de Ascocentrum quando pequenas, mas tendem a se tornar mais pernudas com a idade, já que as hastes raramente se ramificam. As flores parecem muito menores do que são, porque as sépalas laterais e as pétalas são semelhantes, mas diferem em tamanho, com as sépalas maiores que as pétalas e com os ápices das pétalas mais agudos. O lábio parece quase uma bota, mas na verdade é trilobado, sendo a maior parte do lábio o grande esporão de sacarato. Espécie em cultivo: Ascoglossum calopterum.

Número de espécies:

1 ou 2; A Lista de Verificação Kew de Famílias de Plantas Selecionadas atualmente (8/2012) considera este um gênero monotípico que consiste em Ascoglossum Calopterum (Rchb.f.) Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 1: 975 (1913).

Distribuição:

Filipinas, Nova Guiné, Ilhas Salomão, Molucas.

Orquídea Ascoglossum
 

 

Orquídea Ascoglossum
 
— CULTURA —
Temperatura: Temperaturas mínimas 60-65F (15-18C).
Luz: 3600-4000 footcandles; luz brilhante como para orquídeas vandaceous.
Umidade da Água: 40-60% de umidade relativa; água bem quando em crescimento ativo.
Fertilizante: Por mês; proporção depende do meio em que é cultivada.
Envasamento: Melhor cultivada em cestos ou montada em placas.
Referências: Sheehan, Tom & Marion, uma pesquisa ilustrada de gêneros de orquídeas,Timber Press, Portland OR, 1994.

 

Orquídea Aspasia

 

Um pequeno gênero, Aspasia é difundido nas Américas Central e do Sul tropicais. O nome genérico foi derivado do grego aspasios, provavelmente em homenagem a Aspásia, a bela esposa de Péricles e talvez em referência às lindas flores das espécies-tipo Aspasia epidendroides . Aspásia é aliada de Oncidium e se assemelha a aparência de plantas e flores.

Estas epífitas simpodiais são encontradas em florestas tropicais de baixa altitude desde o nível do mar até cerca de 3.300 pés de altitude. As flores vistosas são predominantemente brancas, lavanda e marrons, de um a meio a três polegadas de comprimento, e são mantidas em uma ou mais inflorescências que podem ter até 10 polegadas de comprimento. Espécies encontradas em coleções de amadores incluem Aspasia epidendroides, Aspasia lunata, Aspasia principissa e Aspasia variegata.

Número de espécies:

A Lista de Verificação de Famílias de Plantas Selecionadas do Kew World atualmente reconhece 7 espécies (8/2012).

Distribuição:

Em áreas tropicais da Nicarágua ao Brasil.

Orquídea Aspasia
 
Orquídea Aspasia
 
Orquídea Aspasia
 
Orquídea Aspasia
— CULTURA —
Temperatura: Intermediário para aquecer; mínimo de inverno de 54-59F (12-15C).
Luz: 2400-3600 footcandles (cerca de 70% de sombra); condições sombrias quando em crescimento ativo.
Umidade da Água: Muita água e alta umidade, enquanto em crescimento ativo; menos quando o crescimento estiver completo.
Fertilizante: Por mês; relação depende do meio usado.
Envasamento: Pode ser cultivada em vasos em qualquer boa mistura epifítica, como galho de árvore, casca ou osso, ou montada em placas de cortiça ou troncos.
Referências: Sheehan, Tom e Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Gênero de Orquídeas, Prensa de Madeira, 1994.

Precebon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas, Prensa de madeira, 1992.

Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies de Orquídea Cultivadas , 3a edição, MIT Press, 1992.

Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas , Faber & Faber, Londres e Boston, 1965.

 

 

 

Tipos de Orquídeas com a letra – B

 

Orquídea Barbosella

 

Nomeado em homenagem a J. Barbosa Rodriguez, um conhecido pesquisador de orquídeas brasileiras. Estas plantas predominantemente rastejantes têm flores únicas com uma base labial única que funciona como uma bola e um soquete. A cor da flor varia de amarelo, verde marrom a roxo. Plantas epífitas são encontradas em florestas de nuvens muito úmidas de 200 m (650 pés) a 3.500 m (11.500 pés). A maioria das espécies obtém um fluxo de flores individuais várias vezes por ano.

Número de espécies:

Atualmente, a Lista de Verificação Mundial de Monocótilos reconhece um total de 19 espécies (9/2007).

Distribuição:

Difundido da América Central através dos Andes para o sul do Brasil e Argentina adjacente com uma espécie nas Antilhas.

Orquídea Barbosella

 

Orquídea Barbosella
Orquídea Barbosella
Orquídea Barbosella

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— CULTURA —
Temperatura: Intermediário para esfriar. Eles tolerarão temperaturas mais altas, como máximas diurnas de 85 a 88 graus, se mantidas úmidas, se os períodos noturnos caírem de 15 a 20 graus, e se as altas temperaturas não forem consistentemente altas durante longos períodos de tempo. Barbosella faz melhor com uma diferença de um dia para a noite de pelo menos 10 a 15 graus.
Luz: Algumas espécies, como B. cucullata, foram encontradas em uma variedade de habitats que incluem áreas ensolaradas em musgos profundos, úmidos e sombreados. Em geral, no entanto, as espécies de Barbosella se saem melhor quando recebem sombra parcial em vez de sol pleno.
Umidade da Água: A alta umidade é importante para obter plantas floríferas robustas e felizes, especialmente quando crescidas. Se a umidade pode ser mantida alta (85% a 90% ou mais), então você pode aguentar com rega apenas duas ou três vezes por semana. Se as temperaturas são altas e / ou a umidade é menor, você pode querer misturar as plantas uma ou duas vezes por dia, dependendo da rapidez com que a montagem seque. Água ou névoa no início do dia, se possível.
Fertilizante: Espécies Barbosella não são alimentadores pesados. Dilua a força do fertilizante para cerca de 1/4 a 1/3 da força recomendada e fertilize “semanalmente fracamente” com um bom fertilizante de orquídea. Mudar para fertilizar fertilizante não parece ajudar a produção de flores, tanto quanto a umidade, temperaturas mais baixas e uma diferença de pelo menos 15 graus.
Envasamento: A maioria das espécies é melhor quando montada devido ao hábito desconexo da planta. Apenas algumas espécies não divagam, como algumas formas de B. cucullata e B. fuscata e que se dão bem em uma panela.
Referências: 1.Calaway H. Dodson e Rodrigo Escobar R. Orquídeas nativas do Equador Volume I

2. Carlyle A. Luer 1986. Icones Pleurothallidinarum I – Sistemática dos Pleurothallidinae. 

3. Carlyle A. Luer 2000. Icones Pleurothallidinarum XX – Sistemática de… .Barbosella… 

4. Rick Burian 1999. “Pleurothallids de A a Z,” em Pleurothallid News and Views XI (3).

 

Orquídea Barkeria

 

Este gênero, descrito pela primeira vez em 1838, homenageia George Barker, da Inglaterra, que importou e floresceu a primeira planta do México. O gênero é descrito como tendo plantas epífitas ocorrendo em rochas, árvores ou arbustos. As hastes formam pseudobulbos delgados, cobertos com bainhas. As flores estão em um racemo terminal ou panícula com os lábios livres ou ligados à coluna até ½ comprimento. A coluna é alada, em forma de língua de rostelo, e há quatro políneas de tamanho igual.

Estas plantas têm um ciclo definido de crescimento e descanso, com as folhas se tornando decíduas durante o período de descanso de inverno. Estas plantas são fáceis de cultivar e prosperar em negligência.

Número de espécies:

A lista de verificação do Monocot Mundial atualmente reconhece 16 espécies. (9/2007)

Distribuição:

México e América Central

Orquídea Barkeria

 

Orquídea Barkeria

 

Orquídea Barkeria

 

Orquídea Barkeria

 

Orquídea Barkeria

 

— CULTURA —
Temperatura: Intermediário é o melhor, apesar de legal também, especialmente à noite.
Luz: Luz alta, curto de queima
Umidade da Água: Estas plantas não toleram raízes molhadas. Se você puder secar bem as raízes a cada dia, você pode regar todos os dias. Durante o final do outono e inverno, reduza a rega até que uma nova raiz ou crescimento ocorra.
Fertilizante: O que quer que você esteja dando a outras orquídeas
Envasamento: Essas plantas são melhor montadas, muito raramente elas prosperam em uma panela. Montado é uma espécie de termo solto para estas plantas como geralmente as raízes dificilmente anexar ao monte, mas simplesmente descer, às vezes vários pés. Se eles encontrarem uma superfície, eles crescerão ao longo dela por algum tempo, apenas para eventualmente crescerem. Ainda assim, é melhor prendê-los a uma montaria, pois as raízes podem ser regadas e ter a certeza de secar novamente.
Referências: Withner, Carl, 1998, The Cattleyas e seus parentes , Vol. V., pg. 17-29 – tem uma chave e descrição de todas as espécies de Barkeria.

 

Orquídea Batemannia

 

seu gênero foi nomeado em homenagem a James Bateman, um ávido colecionador e orquicultor do século XIX. O Sr. Bateman foi o autor da monumental Orchidaceae do México e da Guatemala. Embora encontrada em uma área ampla na América do Sul tropical, a Batemannia (às vezeschamada de Batemania ) não tem sido um componente comum da maioria das coleções. Este pequeno gênero tem flores vistosas e atraentes, o que faz com que valha a pena cultivar. Talvez um dos motivos para a Batemannianão foi apreciado pelos produtores é a fragrância suave da flor, que é típica do gênero. Esta fragrância tem sido caracterizada por alguns como “o cheiro de um percevejo doce”, não uma descrição muito lisonjeira. Vegetativamente, essas epífitas simpodiais são reconhecidas por seus pseudobulbos angulosos, agrupados de perto, encimados por até 3 folhas e subtendidos por um número de grandes brácteas folhosas. Cada folha pode ter até 12 polegadas (30 cm) de comprimento e 2 polegadas (5 cm) de largura. A inflorescência arqueada ou pendente surge da base do pseudobulbo e tem uma média de três a seis flores. As flores podem ter até 7,5 cm de largura. A cor base é verde claro, muitas vezes com um fluxo variável de marrom, dando às flores uma aparência marrom avermelhada. O labelo é branco ou branco com marcas roxas avermelhadas. As espécies mais comumente encontradas sãoBatemannia colleyi e B. armillata.

Número de espécies:

A lista de verificação do Monocot Mundial atualmente reconhece 5 espécies. (2007)

Distribuição:

Colômbia, Trinidad, Guiana para o Brasil

Orquídea Batemannia

 

Orquídea Batemannia

 

Orquídea Batemannia

 

Orquídea Batemannia

 

— CULTURA —
Temperatura: Temperatura mínima de 60 ° F durante a noite (15 ° C)
Luz: 2400-3600 footcandles; luz moderada.
Umidade da Água: Aplicação liberal enquanto em crescimento ativo. 40-60% de umidade relativa
Fertilizante: Relação mensal, depende do meio
Envasamento: Mídia: samambaia, casca de abeto, turfa e perlita, musgo esfagno
Referências: Sheehan, Tom & Marion, uma pesquisa ilustrada de gêneros de orquídeas,Timber Press, Portland OR, 1994.

 

Orquídea Benzingia

 

As plantas em forma de leque de Benzingia estão agrupando epífitas com flores que emergem de entre as bainhas das folhas. As plantas não possuem pseudobulbos. As sépalas e pétalas são geralmente semelhantes e se espalham, as sépalas laterais são basicamente adnadas a um pé de coluna formando um curto mento e as pétalas são inseridas obliquamente na coluna. Os lábios são variáveis ​​e podem ser encontrados minimamente côncavos ou pouco profundos ao profundamente tubular.

Os gêneros Ackermania e Benzingia foram combinados por Whitten et al em 2005 no gêneroBenzingia .

Número de espécies:

O World Monocot Checklist atualmente reconhece 8 espécies (2008).

Distribuição:

América Central e do Sul

Orquídea Benzingia

 

Orquídea Benzingia

 

Orquídea Benzingia
 
— CULTURA —
Temperatura: Intermediário
Luz: Baixo para intermediário
Umidade da Água: As raízes carnudas requerem condições que resultam em nunca deixar secar completamente. Alta umidade é o preferido.
Fertilizante: O que é usado para outras orquídeas.
Envasamento: Vasos de plástico ou de barro ou montados. Muitas espécies têm inflorescências que mal conseguem limpar a superfície do substrato, por isso, se em vaso, a base da planta deve estar acima da borda do pote.
Referências:

 

Orquídea Bifrenaria

 

Orquídea Bifrenaria Lindl. foi descrita pela primeira vez em 1832. O gênero apresentou quebra-cabeças taxonômicos sendo algumas espécies recentemente transferidas para Rudolfiella, Coelia, Lacaena, Stenocoryne e Teuscheria . Bifrenarias não são muito comuns no cultivo, mas  Orquídea Bifrenaria Harrisoniae com suas lindas e grandes flores perfumadas de branco a rosa é mais comumente visto. Esta e outras espécies podem ser um desafio para a flor, mas uma vez que o cultivador desenvolve o talento, a floração é tão regular quanto o relógio. As plantas têm uma característica folha única, cor de couro, verde escura por agachamento, cônica a um pseudobulbo um pouco achatado. A cor das flores varia de marfim a verde, amarelo e rosa. Outras espécies que podem ser encontradas em coleções incluem Orquídea Bifrenaria atropurpurea (3-6 flores roxas avermelhadas médias que se abrem melhor quando crescem frescas), Orquídea Bifrenaria aureofulva (6-10 pequenas flores de laranjeira), Orquídea Bifrenaria charlesworthii (4-6 pequenas flores com franjas), Orquídea Bifrenaria inodora (4-6 florações esverdeadas médias), Orquídea Bifrenaria tetragona(2-3 grandes flores verdes com manchas roxas) e Orquídea Bifrenaria tyrianthina (1-4 grandes flores rosa-roxo).

Orquídea Bifrenaria harrisoniae é uma espécie brasileira encontrada crescendo em alcantilados a 700-2600 pés. As plantas crescem expostas ao sol e ao vento, mas suas raízes as ancoram firmemente através da penetração de rachaduras na face da rocha. Há drenagem quase perfeita, movimento constante do ar e luz brilhante. As temperaturas variam de um alto 80 F a um baixo de 60 F e um pouco mais frio nos meses antes da floração. A precipitação está concentrada nos meses mais quentes e após a estação de floração, que ocorre na primavera no Hemisfério Norte. A umidade é alta o ano todo.

No site da Delfina de Araujo, encontramos uma descrição em Português / Inglês de um levantamento florístico das margens do rio Bananal na Província do Rio de Janeiro, Brasil por Maria da Penha Fagnani. Embora essa parte do rio Bananal atravesse uma área de proteção ambiental, eles encontraram destruição parcial da floresta em algumas áreas, mas que as grandes árvores que seguiram a margem do rio foram preservadas. O ecossistema da margem do rio depende da alta umidade constante. Apenas a 100 pés de volta do rio, o clima é seco por dia. Três Bifrenarias encontradas nesta região são descritas como sendo rupícolas e crescem acima da água. Eles são Orquídea Bifrenaria harrisoniae , florescendo no inverno Orquídea Bifrenaria tetragona e Orquídea Bifrenaria aureo-fulva que também é conhecido do sul e sudeste do Brasil. Fica claro a partir deste relato brasileiro que algumas Bifrenarias não só podem crescer litologicamente, mas também crescem sobre a água onde há um suprimento constante de ar úmido durante todo o ano, independentemente das chuvas. Devemos ter em mente que essas orquídeas duras como a umidade e a brisa, mesmo quando a rega está sendo retida.

Número de espécies:

Cerca de 20 espécies. A lista de verificação Monocot lista atualmente 21 espécies reconhecidas (6/2009)

Distribuição:

América do Sul com cerca de metade das espécies do Brasil

Orquídea Bifrenaria
— CULTURA —
Temperatura: Quente enquanto cresce, mais frio ao descansar
Luz: Luz indireta brilhante
Umidade da Água: Regue com força enquanto cresce. Retenha a água quando os pseudobulbos amadurecerem quando as plantas ficarem mais frias. Alta umidade durante todo o ano com boa circulação de ar.
Fertilizante: Semanalmente durante o período de crescimento.
Envasamento: Casca de abeto, chips de coco.
Referências: 1. Vitorino Paiva Castro Neto and Marcos Antonio Campacci ND. Icones Orchidacearum Brasilienses I Plate 2-20.

 

Orquídea Bletilla

 

Orquídea Bletilla é um pequeno gênero de não mais que cinco ou seis espécies, das quais apenas uma, Orquídea Bletilla striata , é comumente encontrada no comércio onde é amplamente vendido como uma orquídea resistente para paisagismo ao ar livre. O gênero foi descrito pela primeira vez pelo jovem Reichenbach em 1853, que viu nele uma semelhança com a Bletia e, portanto, usou a forma diminuta de Bletilla como o nome do gênero. (Bletia foi nomeado em homenagem ao botânico espanhol Don Luis Blet.) Ambos os gêneros são terrestres e têm pseudobolbos cor-de-rosa, mas diferem em características florais e floridas.

A lavanda ou as flores brancas têm 1,5 a 2 polegadas (4-5 cm) de largura e florescem na primavera e no verão.

Número de espécies:

A lista de verificação do Monocot Mundial atualmente reconhece 5 espécies. (Junho de 2009)

Distribuição:

China, Japão, Taiwan

Orquídea Bletilla
 
— CULTURA —
Temperatura: Hardy ao ar livre em camas de paisagismo se o solo não congelar. Com a cobertura morta, sabe-se que as plantas sobrevivem até o extremo norte da Zona 5 (-10F).
Luz: 2400-3600 footcandles; luz moderada
Umidade da Água: Quando as folhas caem, as plantas precisam de um descanso fresco e seco.Uma vez que os novos brotos estão crescendo, as plantas podem ser cuidadosamente regadas. Uma vez que o caule da flor aparece água livremente.A umidade deve estar entre 40-60%
Fertilizante: Mensalmente com uma relação de 1-1-1.
Envasamento: Uma mistura de 2 partes de turfa: 1 parte de areia.
Referências: Sheehan, Tom & Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Orquídea Genera, Timber Press, Portland OR, 1994.

 

Orquídea Bonatea

 

Embora as espécies deste gênero sejam bastante vistosas, lembrando Habenaria , elas raramente são vistas em coleções de hobbies, já que raramente estão comercialmente disponíveis . Bonatea speciosa, mais conhecido pela sua cultivar muito superior, a ‘Green Egret’ FCC / AOS, é mais frequentemente vista e é relativamente fácil de cultivar. As cabeças de flores bastante grandes, verdes e brancas emergem dos caules maduros na primavera, e são docemente perfumadas no início da manhã. As políneas são muito fáceis de desalojar, portanto, deve-se tomar cuidado para não chocar ou escovar contra a inflorescência. Este gênero vem de florestas de savana e ambientes de dunas. Nestas áreas, a precipitação sazonal dita a estação de crescimento, pelo que a maioria destas espécies deve ser fortemente sazonal no seu crescimento e a maioria deixará cair a folhagem durante um período de repouso. Grandes “tubérculos” os carregam entre as estações, e as plantas podem formar pedaços consideráveis ​​se forem bem cultivados. Os tubérculos da última estação morrem quando os tubérculos da nova estação são produzidos.

Número de espécies:

17 (Lista de verificação mundial de Monocotyledons 2007 de Kew)

Distribuição:

Tropical e África do Sul, Península Arábica.

Orquídea Bonatea
 
Orquídea Bonatea

 

Orquídea Bonatea

 

— CULTURA —
Temperatura: Geralmente, como para cattleyas, embora em áreas livres de geada, a cultura ao ar livre é uma possibilidade. Durante os períodos de crescimento, as noites mais quentes de 60 ou mais irão beneficiar as plantas, com dias subindo nos anos 80.Durante o descanso de inverno, as temperaturas podem ser 10 a 15 graus mais baixas, desde que as plantas sejam mantidas secas.
Luz: Muito alta, como para cymbidiums ou vandas.
Umidade da Água: Umidade moderada na faixa de 50 a 60%; a água começa pesadamente na primavera quando o crescimento emerge, diminui após a floração, mantém-se absolutamente seca durante o descanso de inverno.
Fertilizante: Fertilizante balanceado, com uma dose de nitrogênio no início da primavera
Envasamento: O meio de envasamento que você usa afetará muito suas práticas de irrigação; A experiência com Bonatea speciosa dita o uso de uma mistura de cerca de 50 a 50 vasos de terra e areia afiada. Em recipientes menores, o envasamento anual pode ser necessário para evitar que o contêiner se quebre da formação pesada de tubérculos. Os potes devem ser mais altos do que largos para acomodar os tubérculos.
Referências:

 

Orquídea Brassavola

 

Nomeado por Robert Brown no início de 1800, a Orquídea Brassavola é um gênero muito popular, vistoso que tem sido usado centenas de vezes por hibridadores. Amado por todos, do iniciante ao amado avançado ao sofisticado hibridizador, o Brassavola , especialmente o  Orquídea Brassavola nodosa , é obrigatório para qualquer coleção, devido ao seu fácil hábito de crescimento, longevidade das flores e maravilhosa fragrância noturna. Comumente conhecida como “a dama da noite”, a doce fragrância de  Orquídea Brassavola nodosa pode facilmente encher uma grande estufa. Embora agora considerado um gênero separado, (Rhyncholaelia) Orquídea Brassavola digbyana era uma vez a espinha dorsal da criação de Cattleya ‘fofa’, o brassocattleyas (BC.) e brassolaeliacattleyas (BLC.). Atualmente, a criação com Orquídea Brassavola nodosa tornou-se muito popular, como evidenciado pelos inúmeros prêmios concedidos a híbridos como o Bl . Pássaro Amarelo, Blc . Nascer do sol de Apache, BC . Binosa, BC . Maikai, BC. Carnaval Kids, Bl . Richard Mueller, BL . Morning Glory e um longo etc.
O gênero Brassavola foi nomeado em homenagem ao botânico italiano, Antonio Musa Brassavola. Espécies encontradas em coleções de amadores incluem Orquídea Brassavola cordata, Orquídea Brassavola cucullata, Orquídea Brassavola cebolleta e Orquídea Brassavola acaulis com Orquídea Brassavola nodosa é o mais conhecido e facilmente cultivável.

Número de espécies:

O World Monocot Checklist atualmente reconhece 20 espécies (6/2009).

Distribuição:

América tropical do México até a América Central e as Índias Ocidentais até o Brasil e a Argentina.

Orquídea Brassavola

 

Orquídea Brassavola

 

Orquídea Brassavola

 

Orquídea Brassavola

 

Orquídea Brassavola

 

Orquídea Brassavola

 

— CULTURA —
Temperatura: Caloroso; 60-65F 915-18C) temperatura mínima.
Luz: Boa Luz; 2400-3600 footcandles.
Umidade da Água: Alta umidade (40-70%) e muita água drenada, especialmente durante o ciclo ativo. Após a conclusão de novos crescimentos, diminua um pouco a água e a umidade, mas não permita que as folhas murcham durante esse período.
Fertilizante: Semanalmente ou a cada 2 semanas durante o crescimento ativo; uma vez por mês durante o período de descanso. Não deixe acumular sais fertilizantes; lave com água limpa uma vez por mês.
Envasamento: Vasos ou cestas com qualquer mistura epifítica boa e aberta.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas, 3ª edição, MIT Press, 1992. Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas, Faber & Faber, Londres e Boston, 1965. Sheehan, Tom e Marion, Uma Pesquisa Ilustrada de Genera Orchid, Timber Press, 1994. Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas, Timber Press, 1992.

 

Orquídea Brassia

 

Robert Brown (1773 – 1858) introduziu o gênero em 1813 em homenagem a William Brass, Esq., Um ilustrador botânico que colecionou plantas para Sir Joseph Banks na Guiné e na África do Sul.A espécie de tipo para o gênero é Brassia maculata . As Brassias são plantas epífitas amplamente distribuídas, geralmente bastante vigorosas, com inflorescências de poucas a muitas flores com flores grandes a muito grandes, esbranquiçadas a amareladas e castanhas claras com sépalas e pétalas estreitas manchadas ou manchadas de marrom escuro e um grande, pontudo, proeminente, lábio mais ou menos reflexo. Espécies comumente cultivadas são Brassia arcuigera (= Brassia longissima), Brassia gireoudiana e Brassia verrucosa. 

Número de espécies:

A lista de verificação do Monocot Mundial contém 34 nomes aceitos (2007)

Distribuição:

Essas plantas crescem amplamente distribuídas na Flórida, no México, na região do Caribe, no Suriname, no Brasil e na Bolívia.

Orquídea Brassia
 
Orquídea Brassia

 

Orquídea Brassia

 

Orquídea Brassia

 

Orquídea Brassia

 

Orquídea Brassia

 

— CULTURA —
Temperatura: Intermediário para aquecer.
Luz: Essas plantas crescem em luz brilhante e filtrada.
Umidade da Água: Água semanalmente se cultivada em vasos, a cada dois dias, se montada.Reduza a rega durante a parte mais fria do ano. A umidade deve ser intermediária a alta.
Fertilizante: ½ força fertilizante equilibrado quatro a cinco regas em uma fileira. Então rega sem fertilizante.
Envasamento: Casca grossa ou lascas de coco com alguns pedaços de carvão de tamanho médio. Um bom arejamento das raízes é crucial. As plantas não toleram o meio de deterioração.
Referências: Bechtel H., Cribb P. e Launert E. 1992. O Manual de Espécies de Orquídeas Culltivated 3rd ed. MIT Press. Schultes RE e Pease AS 1963: Nomes Genéricos de Orquídeas. Sua origem e significado. Academic Press.

 

Orquídea Broughtonia

 

Descrito por R. Brown em 1813 e nomeado em homenagem a Arthur Broughton, um botânico inglês que colecionou na Jamaica no início do século XIX, A Orquídea Broughtonia está intimamente ligada à Laeliopsis e à Cattleyopsis e a Lista de Verificação Monocots do Mundo considera atualmente que ambos os gêneros são sinônimos da Broughtonia.. O gênero é caracterizado por pseudobulbos conspícuos, geralmente achatados e fortemente aglomerados, tipicamente bifoliados, e inforescências cilíndricas moderadamente longas que carregam as flores coloridas agrupadas perto do ápice. Os mais comumente encontrados em coleções são as muitas formas de cores de Broughtonia sanguinea , variando de rosa escuro a branco ou amarelo e Broughtonia negrilensis . Estas espécies são populares em coleções por causa de suas flores vistosas, de cores vivas e hábito de crescimento compacto.

Número de espécies:

Incluindo as espécies anteriormente classificadas como Cattleyopsis e Laeliopsis, o World Monocot Checklist atualmente reconhece 6 espécies e 1 híbrido natural (6/2009).

Distribuição:

Jamaica, Cuba

Orquídea Broughtonia

 

Orquídea Broughtonia

 

Orquídea Broughtonia

 

— CULTURA —
Temperatura: 65 – 95 graus F: quente.
Luz: Essas plantas crescem em luz brilhante e filtrada; Velas de 2.500 – 3.000 pés (50% de sombra nos trópicos)
Umidade da Água: Água semanalmente se cultivada em vasos, a cada dois dias, se montada.Reduza a rega durante a parte mais fria do ano. A umidade deve ser intermediária a alta.
Fertilizante: ½ força fertilizante equilibrado quatro a cinco regas em uma fileira. Então rega sem fertilizante.
Envasamento: A jangada de samambaia de árvore ou fatia de casca de coco é melhor.
Referências: Bechtel, Cribb, Launert, O Manual de Espécies Cultivadas de Orquídeas, 3ª edição, MIT Press, 1992. Hawkes, Alex, Enciclopédia de Orquídeas Cultivadas, Faber & Faber, Londres e Boston. Pridgeon, Alec, A Enciclopédia Ilustrada de Orquídeas, Timber Press, Portland, OR, 1992.

 

 

Orquídea Bulbophyllum

O gênero Bulbophyllum foi descrito por Louis-Marie Aubert Du Petit-Thouars em 1822, com o nome vindo do grego bulbos (bulb ) e filão (folha). Bulbophyllum e gêneros próximos (especialmente Cirrhopetalum ) são considerados o maior grupo de orquídeas. Taxonomistas descreveram pelo menos duas dúzias de gêneros aliados, que foram combinados e separados de Bulbophyllum ao longo dos anos. Alguns dos gêneros aliados mais comumente encontrados são; Cirrhopetalum ,Ione, Mastigion, Megaclinium, Rhytionanthos e Trias . As plantas são tipicamente pequenas a médias (embora algumas tenham folhas de até um metro de comprimento) epífitas rastejantes, tendo um hábito de crescimento simpático com pseudobulbos proeminentes, com uma ou duas folhas carnudas. Existe uma vasta gama de fantásticas formas e tamanhos de flores (2 mm a 400 mm). Todos têm um lábio articulado que ajuda na polinização. O polinizador (na maioria das vezes uma pequena mosca) pousa no lábio, que se inclina e faz com que o polinizador retorne à polina pegajosa. As flores são geralmente de curta duração (5-7 dias) e são ocasionalmente perfumadas (enquanto a fragrância pode ser agradável, muitas vezes é muito ruim). Algumas espécies comumente encontradas são: BulbophyUum Dearei, echinolabium, azevinho, fasinator, ela abanou a chegar ‘(syn. Lepidum), guttalatum, lasiochilum, Lobbii, Makoyana prolongado, Medusa, e repugnante . Hibridação, até recentemente, pouco tem sido feito na corrida no entanto, dois híbridos são particularmente atraentes BulbophyUum Daisy Chain; umbellately um exemplo do grupo de flor pequena e BulbophyUum Elizabeth; um excelente exemplo de um grupo maior de flor.

Número de espécies:

Este é um gênero enorme repleto de sinonímia. O número real de espécies varia dependendo se os gêneros próximos propostos estão ou não incluídos. Atualmente, o World Checklist of Monocotyledons reconhece apenas o Trias como um gênero separado e inclui mais de 2000 espécies em Bulbophyllum.

Distribuição:

Predominantemente tropical ou subtropical, embora a faixa possa se estender a regiões temperadas. Algumas dúzias de espécies são encontradas no Novo Mundo (Sul, América Central e Caribe). Várias centenas de espécies são encontradas na África equatorial e na ilha de Madagascar. A maioria das espécies é encontrada na Ásia; variando do sopé dos Himalaias (2500 m) na Indochina, através do sudeste da Ásia, Malásia, Filipinas, Indonésia (especialmente Java, Bornéu, Sumatra, Sulawesii), Nova Guiné, Austrália e Nova Zelândia. Acredita-se que a ilha da Nova Guiné, que tem pelo menos 600 espécies, seja o ponto de disseminação do gênero. Como as espécies de Bulbophyllum são um grupo muito diversificado e abrangente de orquídeas, apenas a cultura geral pode ser dada. O produtor deve tentar obter informações de habitat para suas espécies de interesse.

Orquídea Bulbophyllum

 

Orquídea Bulbophyllum

 

Orquídea Bulbophyllum

 

Orquídea Bulbophyllum

 

Orquídea Bulbophyllum

 

Orquídea Bulbophyllum

 

— CULTURA —
Temperatura: A maioria das espécies de Bulbophyllum é de crescimento quente e deve ter uma temperatura de inverno não inferior a 65 ºF durante a noite. Espécies de regiões mais temperadas podem ser cultivadas de 5 a 10 graus mais frias.Mantenha um movimento de ar suave.
Luz: Moderado a brilhante (2000 a 3500 pés de velas). A luz mais alta, que não danifica as folhas, parece resultar em floração melhor e mais frequente.
Umidade da Água: A maioria das espécies vem de florestas tropicais úmidas. A umidade deve ser mantida em 60%, o que pode ser difícil de fazer fora da estufa. Regue com frequência, pois tanto as plantas montadas (pelo menos diariamente) como as plantas em vasos (várias vezes por semana) irão prosperar em condições mais úmidas do que a maioria das orquídeas. Bulbophyllum pode ser a exceção à regra “quando em dúvida, não molhe”. Espécies de regiões mais temperadas geralmente têm um período seco, e a rega deve ser ajustada de acordo.
Fertilizante: Use um fertilizante balanceado com um quarto de força uma vez por semana durante o verão. Isso pode ser reduzido a uma vez por mês no inverno.
Envasamento: As espécies de Bulbophyllum tendem a preferir um mínimo de repotting. A montagem (samambaia ou lajes de cortiça), cestos de drenagem e vasos podem ser utilizados com sucesso. Os meios de envasamento recomendados são musgo de esfagno, fibra de coco (coco chips ou fibras) e xaxim. A escolha do envasamento será muitas vezes ditada pelos rizomas muito longos de algumas espécies.
Referências: 1.Chowdhery, HJ Orchid Flora de Arunachal Pradesh. Bishen Singh Mahendra Pal Singh, Dehra Dun, Índia. 1998.
2. Comber, JB Orchids of Java. Jardins botânicos reais, Kew, Inglaterra. 1990.
3. Cootes, Jim. As orquídeas das Filipinas. Timber Press, Portland, OR. 2001
4. Dockrill, AW Australian Indigenous Orchids, vol. 1, As Epífitas, As Espécies Terrestres Tropicais. Surrey Beatty & Sons Pty, Lda., Chipping Norton, NSW, Austrália. 1992.
5. Du Puy, D., et. al. As orquídeas de Madagascar. Jardins botânicos reais, Kew, Inglaterra. 1999.
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